Grande parte das pessoas que pretende realizar uma cirurgia plástica demonstra preocupação maior com a anestesia do que com o ato operatório em si.

      Tal receio é alimentado pela mídia sensacionalista, divulgando amplamente casos excepcionais de acidentes anestésicos como se estes fizessem parte da rotina, do dia a dia de cirurgiões e anestesistas.

      Atualmente, as técnicas, aparelhos e medicamentos anestésicos atingiram alto grau de eficácia e sofisticação; aumentando o conforto do paciente e tornando extremamente rara a ocorrência de complicações graves e mal-estar no pós-operatório.

     Longe de ser um evento ameaçador, a anestesia deve ser encarada como um grande aliado do paciente e do cirurgião, possibilitando a realização de uma cirurgia totalmente indolor e isenta de estresse emocional.
 


Fotografia do aparelho de anestesia de Ombredanne (1808).
Cortesia do Dr. Sergio Tellez Hoyos (México).

aparelho de ombredanne